O mercado de sobremesas no Brasil segue aquecido e cheio de oportunidades para quem quer empreender. De acordo com a Mordor Intelligence, o país representa mais de 60% do setor de confeitaria da América do Sul — com alto consumo de chocolate e sorvetes no dia a dia.
Esse cenário impulsiona modelos de franquias, que se tornam porta de entrada para novos empreendedores. Mas atenção: mesmo sendo um formato estruturado, exige planejamento financeiro, estudo do modelo e reserva de capital para os primeiros meses.
Segundo o especialista Carlos Ruben Pinto, o erro mais comum é subestimar os custos iniciais e a necessidade de capital de giro. Além disso, entender a operação e o suporte da franqueadora é essencial antes de assinar qualquer contrato.
Outro ponto importante é a sazonalidade: negócios como açaí e sorvetes tendem a vender mais no calor, exigindo estratégias para manter o faturamento durante o ano todo.
Franquias de sobremesas: do menor ao maior investimento
- Cacau Show — a partir de R$ 64,9 mil
- Le Petit Macarons — R$ 100 mil
- Nutty Bavarian — R$ 119 mil
- Fizzoli Sorvetes — a partir de R$ 130 mil
- Baurucas — R$ 144 mil
- JAH Açaí, Sorvetes e Picolés — a partir de R$ 150 mil
- Casa de Bolos — a partir de R$ 170 mil
- Melhor Bocado — a partir de R$ 199 mil
- Ice Cream Roll — a partir de R$ 229 mil
- Açaí Concept — a partir de R$ 250 mil
- Bengô Açaí — a partir de R$ 300 mil
- The Best Açaí — R$ 350 mil
- Cuor Di Crema — a partir de R$ 475 mil
Resumo estratégico
O setor é promissor, mas não é “negócio doce” na prática: exige gestão, capital e visão de longo prazo. Franquias podem acelerar o início, mas o sucesso depende da escolha certa, análise financeira e execução.
Fonte: PEGN
